Sobre o projeto

Em 1515, o rei D. Manuel I decidiu pôr à prova se o elefante e o rinoceronte eram mesmo inimigos mortais. Os animais foram soltos no pátio de um palácio de Lisboa, diante de uma multidão. O elefante olhou para o adversário e fugiu.

Daí o nosso nome: O Elefante Fugiu. Reunimos histórias assim do passado de Portugal: curtas, verificadas e ligadas a um lugar que se pode visitar hoje. Cada uma lê-se num minuto.

Foi aqui

Uma história fica melhor na memória quando estamos no sítio exato. Por isso, cada história tem um ponto no mapa e uma «ponte para hoje»: uma igreja, uma praça, um museu ou um monumento onde ficou um vestígio dela.

Como ler

Cada história tem três camadas. Pare em qualquer uma.

  • Gancho. Uma frase: «O rei pôs um rinoceronte contra um elefante. O elefante fugiu.»
  • História. Como aconteceu, em poucas linhas.
  • Saber mais. O contexto, como sabemos e onde ir.

Pode ler por épocas, por fios (o mar, comida e vinho, poder e revolta, gente como nós, natureza) ou simplesmente no mapa.

Para quem

  • Para quem gosta de história, mas não de manuais.
  • Para quem viaja e quer saber o que aconteceu exatamente onde está.
  • Para famílias. O botão «Idade» no topo esconde as histórias com batalhas e temas difíceis: escolhe a idade do leitor mais novo.

Pode confiar nisto?

Não fazemos passar lendas por factos. Cada história tem uma etiqueta: «Documentado», «Lenda» ou «Em debate», e no fim a lista de fontes. Explicamos como trabalhamos em Método e fontes.

O que já existe

O projeto está a crescer. Estão prontas duas épocas: «Avis e Descobrimentos» e «Pombal e o Terramoto», com 18 histórias no total. Outras sete épocas, da Lusitânia romana aos nossos dias, estão a caminho.

Quem faz

Vivo em Portugal, mas não nasci cá, e continuo a descobrir o país, história a história. O passado de Portugal é riquíssimo. O que encontro de mais interessante conto primeiro aos meus filhos, e agora também aqui.

O Elefante Fugiu é feito por uma só pessoa, nos tempos livres: é gratuito, sem publicidade e sem cookies. Não sou historiador, por isso apoio-me em fontes e indico-as no fim de cada história.

Se é historiador, arquivista ou guia e vê onde algo pode ser contado com mais rigor, escreva-me. Qualquer sugestão é bem-vinda, mesmo sobre uma só história.

Como ajudar

  • Encontrou uma imprecisão? Diga-nos em Encontrou um erro?.
  • Conhece uma história que falta aqui? Envie-a para .
  • Gostou? Partilhe uma história com alguém que vai visitar Portugal. É a melhor ajuda.

Escreva-nos: